Brincar de Viver |
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Quarta-feira, Julho 02, 2008
Terça-feira, Julho 01, 2008
Há dias em que estamos mais sensíveis! Devo estar num destes dias. Uma das coisas que abomino é covardia. Isto não me torna imune a este tipo de atitude para ter o senso do julgamento. Sim eu tenho desconfiômetro. Tenho capacidade pra perceber quando posso estar sendo inconveniente ou não sou bem vinda! As vezes a insistência é um pouco de educação que não veio de berço, nem comprada a preço de mercado, mas foi suada ao longo dos anos. Adeus é uma palavra forte e talvez mortal, mas posso garantir que a vida é bem mais cruel que isto! Aos leitores do blog, foi um momento de desabafo! Não estou me despedindo do blog, ando me despedindo de pessoas que tratam os outros como objetos pura e simplemente. Objetos de seus egoísmos e egocentrismos. Objetos que elas supõe manipular quando e bem entendem. Pessoas que devem achar que o mundo gira em torno delas e nao elas que estão a mercê do mundo! LIZA GONÇALVES - 9:36 PM Comente aqui: Terça-feira, Junho 24, 2008
Homem de BH Sempre gostei de ver alguns dados estatísticos. Esta aí, fico imaginando se dá pra utilizar aquela margem percentual de erro tanto pra mais ou pra menos. Não quero utilizar meu humor ácido e não vou fazê-lo mesmo. Então mineirinhos, vocês agora estão que nem coelhos ou os ratos? Não estão perdendo uma? Rararararáaaaa!... O ruim de tocar no assunto, é que depois acha paciência pra deletar tanta mensagem que vai do gênero ciallis às brasileirinhas na revista de mulher pelada. E por que não falar o termo mais adequado ao gênero da revista, e escrachar? Meu humor está sendo educado pra controlar o grau de acidez. Então caro, leitor (a) se já pensou o porquê, ótimo! Se não pensou, nem eu! Outro dia, fui procurar umas imagens e pela primeira vez em tantos anos de internet, me senti de alma lavada. Vi algumas fotos de nús que, repito, foi a primeira vez que tive a sensação de que existe sim o nú artístico. Fotos lindas! Tive a sensação de que só quem fotografa o invisível pra não dizer a alma, entenda o que estou dizendo. Ah e pra felicidade geral da nação, eram homens. Homem! Por favor, não me enviem lixo e eu também não conto onde vi estas fotos. Também não vou comprar nenhuma revista do gênero! Tenho sentido a falta de ler as crônicas semanais do Artur da Távola. Ele além de outras coisas conseguia me passar sempre a imagem da elegância. Não a elegância alardeada de frescuras. Fiquei imaginando como ele escreveria uma crônica para o quadro que o programa do Didi fez para recepcionar o Dedé. Independentemente ao que ocorreu entre eles, coisa que muita gente pode falar, especular, mas só os próprios sabem o que é verdade ou não, foi uma imagem muito bonita. Imagem não é bem o termo, e sim gesto. Isto, o gesto de se alegrar quando alguém retorna nesta longa viagem chamada vida. Pode-se dizer o que for. Eles não são mais aquelas figuras, que faziam as crianças ter os Trapalhões como programa favorito, num baita domingo a noite, antes do Fantástico. Eu fui criança neste tempo e ri muito com aquele quarteto. Eles provavelmente não conseguirão nos tocar com aquele encanto de outrora. Nem tão pouco às crianças dos tempos atuais. De qualquer forma, eu que nunca assisti a um programa sequer do Didi, por coincidência estava com tv ligada no canal e a imagem da tv era horrível. Nem por isto deixei de me emocionar com a alegria do "amigo", de um companheiro que retornava. LIZA GONÇALVES - 6:41 PM Comente aqui: |