Brincar de Viver |
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... "Redescobrir seu lugar e enfrentar o dia a dia!...
Você verá que é mesmo assim, que a história não tem fim, continua sendo...
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Quinta-feira, Janeiro 31, 2008
Hoje não vi muitas imagens. Quando me deparei com esta, não foi a sensação da invalidez ou da necessidade de ajuda que me chamou a atenção. Fixei-me na linha que nos separa. Uma linha nítida e fixa talvez! Mesmo na roda viva... ..."Tem dias que a gente se sente, como quem partiu/ Não morreu!..." LIZA GONÇALVES - 9:22 PM Comente aqui: Terça-feira, Janeiro 29, 2008
Hoje um dia estranho. Se é na páscoa que simbolicamente devemos renascer o ser dentro em nós, antes mesmo do carnaval, na mensagem matinal, ficou marcante a idéia que é preciso ressuscitar.
Firmei o pensamento para que a saudade daqueles que perdem o ente querido seja bem menor que a força necessária pra continuar vivendo. Dia após dia! E cada um de nós terá o seu próprio dia para superação. O dia combinando com o choro dos tristes, lembro de alguns textos que circulam na internet. Em algum lugar da internet, encontra-se vídeos, mensagens mais populares. Tem desde os melhores até as maiores farsas. Alguns ótimos, outros marcantes e por aí afora. Não sei se por causa dos morangos que estavam à mesa da casa de minha irmã, morangos cor tão viva quanto a carne, lembrei-me de um texto antigo que nos adverte sobre aproveitar a vida, melhor dizendo, comer os morangos. Mais que comê-los, degustá-los, parafraseando Cazuza, lembro da estrofe: " com sabor de fruta mordida"! Um outro texto entre tantos, é um sobre usar filtro solar. Usar filtro solar, se filtrar for algo do tipo bloquear todos os efeitos maléficos de tudo que nos queima, num relapso de pensamento, confundo a função do filtro, por exemplo do filtro da água de beber. A sujeira externa exposta para o límpido interno. Tirando fora a filosofia, acho que são as dicotomias desta vida tão cigana. Fui caminhar um pouco, me assusto ao vermelho da acerola que caiu quase aos meus pés. Paradio àos morangos que vi e novamente lembro-me da mensagem dos morangos. Traduzo a mensagem ao meu modo e ... digo a mim mesma "Carpie Diem"! Carnaval, festa dos prazeres. Seria festa de prazeres fáceis, prazeres extremos? A pergunta normalmente não é uma dúvida, começo a acreditar que seja uma forma, uma tentativa de remodelar formas tão velhas...
Vejo algumas coisas na internet e deve ser por isto que lembrei do filtro solar. Tem tanta coisa boa, mas tem tanta bobagem que haja tanta perda de tempo! De toda forma, melhor pensar em como mostrar aos nossos jovens que beijar é bom, faz bem, mas higiene bucal devia ser bem lembrada antes de se entregar a este prazer quase extremo. Também vejo aqui que é bom falar aos nossos jovens que pílula do dia seguinte não é para se esquecer o dia passado. É sério, há sintomas variados e as vezes nada saudáveis! Outra questão sempre latente é sobre o envelhecer. Esta coisa chamada tempo. Pego o livro sempre amigo de todas as horas lá está o tema! Assisto ao filme e a estrela num humor bem light delineia-se sobre a questão, parodiando também às colegas. Melhor deixar a questão tempo pra outra hora. Preciso ficar por aqui, ao redigir estas linhas, tinha um fundo musical lindo! Música do Chico César. A letra é linda, a melodia idem... LIZA GONÇALVES - 7:11 PM Comente aqui: Terça-feira, Janeiro 22, 2008
Segunda-feira, Janeiro 21, 2008
Não sei se é coisa da minha mente, ou não. Recentemente vi a foto de uma pessoa e estou tendo a sensação de que a pessoa está com uma expressão, expressaria melhor dizendo feição, de muita dor e tristeza. Eu não tenho mais nenhum contato com esta pessoa, mas me alegraria tal pessoa saber que torço muito positivamente por ela! Se faço um esforço danado pra não torcer negativamente contra ninguém, afinal sou de carne e osso como todo mundo, também não sou perder tempo de falar da boca pra fora o que não sinto. ................................................................................................................................................................................................................................................ Hoje não vou buscar imagens, se o fizesse tenho certeza que encontraria dezenas delas e cada uma mais linda que a outra. Hoje vou fazer algo que não fazia há muito tempo como também não sei porque perdi este hábito. Melhor dizendo não o aprimorei. Aleatoriamente vou abrir um livro e retirar de lá algum texto. Sempre fazia isto e como estou devendo uma resposta ao caríssimo Felipe Peixoto Braga Neto que me enviou o convite para lançamento de seu livro em dezembro passado. Nem sei se ele passa por aqui ou se ao menos passei o link deste blog pra ele. Felipe, não demorará, entro em contato contigo. Felipe teve a enorme gentileza de me enviar um exemplar do livro “As coisas simpáticas da vida” de sua autoria. Eu gostei muito do livro, não para somente agradecer ato tão gentil da parte dele, mas porque nada como um nordestino arretado pra falar bem da cidade da gente... Algumas crônicas são deliciosas e nesta particularmente eu achei que era o Dom Quixote... Crônica: O Zorro que bebe cerveja: “ ... E lá fui eu. Bem, antes devo dizer que existem, no meu bairro outras lojinhas similares. Aliás, há de tudo, menos farmácias. Livrarias ( puxa, quantas), bares ( isso não é vantagem do meu bairro, pois em Belo Horizonte eles nascem até em árvore), restaurantes ( onde o divino prazer profano se faz presente ) umas padarias amigas onde consigo meu misto quente matinal, enfim, faço quase tudo a pé ___ a única coisa que não tem por perto é farmácia. Ainda bem. Prefiro a simpatia das fantasias à austeridade das farmácias. Na lojinha tirei umas dúvidas que tinha. Perguntei assim: vem cá, loja simpática, as pessoas alugam fantasias sempre? A lojinha me garantiu que sim, ainda disse qu todos os dias. Não sei por que, mas fiquei feliz ao saber que, naquela segunda-feira morna, sem graça ou magia, há alguém vestido de toureiro ou imperador romano. Que aliás era como a Lourdes ___ a amável atendente ___ queria que eu fosse vestido. De imperador romano. Ponderei que não, Lourdes, pense bem, eu não dirijo nem a minha vida, não vou dirigir um império. Não, nem por uma noite. Não tenho cara de imperador, logo veriam que eu não sou Nero, não ficaria convincente, não ficaria. Ela então me veio com um homem das cavernas. Também assim é demais. Nem lá, nem cá, né Lourdes! Tudo bem, não sou um embaixador inglês, mas tenho estirpe. ... Lourdes me trouxe o Zorro. Devo confessar que mal lembro do Zorro. Sei que tinha cavalo, máscara e chapéu. Lembro vagamente que ele fazia coisas boas. Não lembro quais. Me disseram depois que ele tinha um ajudante, algo assim. A minha fantasia veio sem ajudante, preciso confirmar isso para reclamar depois, se for o caso. Lá fui eu com o Zorro embaixo do braço. Eu já quis sair de Zorro, mas fui convencido que era melhor deixar pra depois. De qualquer forma deixei a espada bem à mostra, para qualquer eventualidade. Em casa precisei me segurar para não assumir minha verdadeira identidade. Já queria sair por aí fazendo justiça, o problema é que a festa só seria mais tarde. Não tem problema, pensei, a justiça já esperou tanto, que pode esperar mais um pouco. Dormi, que Zorro cansado não faz verão, e acordei pronto pra inaugurar reinos da compreensão e bondade. Logo, porém me deparei com um problema grave. Roupa de Zorro não tem bolso. Absurdo. Onde vou colocar o dinheiro que roubar? Não há lugar nem para o pouco dinheiro que me acompanha. Outro dilema se instalou, e disputou minha atenção com a falta de bolsos: não dava pra usar óculos e a máscara do Zorro ao mesmo tempo. Não sei se o Zorro era míope, espero que não. Sem bolsos e sem óculos, mas com alma pronta, me preparei para enfrentar os inimigos. O primeiro inimigo era o elevador do meu prédio. Se eu encontrasse algum conhecido, será que ele me reconheceria atrás da máscara e do chapéu? Outra dúvida: se fosse um vizinho rico, ficaria bem roubá-lo ali mesmo, para dar aos pobres, talvez ao pobre Zorro? Eram dúvidas sérias, que me perturbavam, mas que foram embora quando o elevador chegou. Notei, irritado, que os presentes não perceberam a espada que eu trazia sob as vestes. Se vissem respeitariam. Preciso confessar uma fraqueza. Fui à festa de carro, não fui a cavalo. Já não se fazem mais zorros como antigamente. Acho que Zorro não combina muito com carro. A capa e o chapéu atrapalharam um pouco minha já atrapalhada destreza automobilística. ... Chego à festa, e percebo, abismado, que há outros Zorros. Quis começar o duelo desmascarando os falsários. Acho muito errado isto de outros zorros além do verdadeiro. Depois pensei melhor, e conclui que Zorro tem alma generosa, perdoa os tolos de fraco espírito. Não matei ninguém, mas quando cruzava com um falsário deixava claro, pelo olhar, que não estava gostando da imitação. ... Estou meio sem jeito, mas preciso confessar outra fraqueza: bebi cerveja. O mais honesto seria colocar a frase no plural, mas eu vou deixar assim mesmo. Não sei se fiz certo. Acho que Zorro não bebe cerveja. A espada não gostaria disso. Felizmente não precisei tirá-la da bainha, quer dizer não sei se felizmente, mas o certo é que não tirei. ... Fui embora. Ainda tentei fazer justiça pelo caminho, mas devia estar tarde, pois nem uma injustiçazinha encontrei acordada. Encontrei foi uma blitz mal humorada que ___ suprema audácia___ parou Zorro pedindo documentos. Senhores, senhores, o que fazem? Não vêem quem lhes fala? Minha capa não basta? Ela não fala por mim? Minha capa não falou. Se falou eles não ouviram. Acho que Zorro já foi mais respeitado. Nem aos heróis acatam, aonde vai parar esse mundo? Fui dormir sem cavalo nem carro, que os policiais acharam melhor ficar guardado. Eu não concordei, mas achei exagerado matar homens da lei. Minha espada eles não levaram, expliquei que a fúria de Zorro é brutal e que paciência tem limite. Eles, assustados, concordaram, e Zorro foi dormir com fome." Felipe Peixoto Braga Netto Partes da Crônica encontrada no livro: As coisas simpáticas da vida. LIZA GONÇALVES - 6:39 PM Comente aqui: Sexta-feira, Janeiro 18, 2008
A imagem não tem nome. Num momento ocorreu a idéia da grandeza de uma gota no oceano. Encantou-me pela sutileza e riqueza. LIZA GONÇALVES - 6:48 PM Comente aqui: Quinta-feira, Janeiro 17, 2008
No ritmo dos dias de janeiro como se fossem férias. Hoje tive uma sensação gostosa de quem se delicia com algo que gosta muito. Nem me lembro mais o que é, mas a sensação mínima de prazer raro e apurado num breve instante, pôde ser comparada ao doce sabor do sorvete mordido ao encontro do paladar ... Estive ouvindo Paula Toller, o segundo cd solo. Belas músicas! Musicalidade, esta coisa escassa que se faz quando se encontram música e qualidade! Tem músicas em inglês, tem letras leves, enfim um disco com muita sonoridade sem ser elitista. Aproveitei o bom preço, e trouxe pra casa um cd da Leila Pinheiro. Mesmo sendo ao vivo, escolhi por causa das músicas. Na primeira vez que ouvi eu gostei, mas faltou algo pra me encantar. Ontem a noite quando já estava relaxando pra dormir, é que senti que algumas músicas não nos tocam se não for a hora certa! Tem tanto tempo que não encontrava vontade de comprar um cd só pelo raro prazer de ouvir música. Isto não tem nada a ver com os mp3 da vida... Também aproveitei e trouxe um Lulu Santos, afinal de contas, " ainda vai levar um tempo, pra fechar o que feriu por dentro" ou ainda... " Tem certas coisas que eu não sei dizer..." Eita meus sais! nada mais chato que ficar cantando o que está na música só pros outros ouvirem e pensar nossaaaaaa!!! que talento!!! que voz! ( que não é a minha, lógico!) ... Hiiihhhh fico por aqui, já comecei a literalmente viajar... LIZA GONÇALVES - 9:26 PM Comente aqui: Quarta-feira, Janeiro 09, 2008
Eu devia estar com o pensamento firmado nas pequenas mudas de jaboticaba que brotaram nos vasos das folhagens e que mudei para um recipiente próprio até minha mãe conseguir um lugar no chão e que nenhum animal quebre ou arranque. Ainda não murcharam, mas frágeis fico a vigiar no decorrer dos dias se irâo prosperar. O pensamento vagueia. Hora lembra que para todo lado, tem algum aviso ecologicamente em sinal de alerta. Hora devaneia que a humanidade talvez não seja a mesma depois de novembro deste ano. Sou quase uma ignorante para falar de política americana. Não é um Osama, mas um Obama na mídia! Não vi ninguém por aqui ainda reverenciar Martin Luther King. E se o rapaz for o reflexo do desejo americando de mudanças? Por outro lado, e se a ex- traída Clinton superar as expectativas e se tornar a primeira presidenta americana? Do outro lado, achei os políticos/senadores tão adequados aos seus postos que não tem carisma pra bombar uma disputa ao reinado americano. Seja lá quem sair vitorioso/a na disputa, será que tem "cacife", leia-se de carisma a jogo de cintura mesmo para lidar com o poder e lidar com o mundo? Enfim são apenas pinceladas num quadro surrealista, ainda mais de uma leiga como eu. Só que, sei não... o mundo já reclama mudanças faz tempo, será que a dosagem pra o início destas mudanças está no ponto? É muita pergunta sem resposta. E o que seria da Liza sem uma dose de questionamento? Nem faço idéia do que possa vir pela frente, mas acho pouco convincente o Bush sair de seu castelo encantado, ir no olho do furacão só pra negociar a paz. Logicamente que não vão divulgar, mas a coisa deve estar mais preta que supõe as nossas vãs filosofias.Será que é quase 100% em prol do petróleo? Será que ele, mesmo com um aparato de segurança que demande 1/3 da polícia israelense, etc e tal vai sair ileso na região de países de Alá? ... Enquanto lavava a roupa, cantarolei Paulinho da Viola, numa espécie de lampejo imaginei e se fosse o Cauby cantando!? Jesusssss, seria no mínimo o fino da esquisitice. Por falar em Paulinho da Viola, tive a oportunidade de assistir a um show dele. Resumo da ópera, Um gentleman do samba. O show, foi show!!! Como não vai deixar de ser, para não firmar o pensamento e ...
Nome da Imagem: ( Fragmentos de emoção) LIZA GONÇALVES - 9:00 PM Comente aqui: Sábado, Janeiro 05, 2008
Nome da imagem: Vire à esquerda Indiscutível meu gosto pelas imagens. Acabei de assistir um filme de Wood Allen e agora vim alimentar a alma com imagens. Achei esta imagem criativa ao mesmo tempo que os personagens, o enredo do filme me mostravam as imagens do eu no espelho interior. Ser um tipo de esquerda já foi sinônimo de ser o tipo contraditório. Usando o bom humor, pensei em como Allen reescreveria a história nos dias atuais, já que o mundo parece estar sempre na contramão. Ser o tipo de direita ou esquerda, se levada numa linha mínima dos extremos, faz-me voltar à realidade e fico imaginando que lavagem cerebral não se passa quando se faz tudo por uma crença. Homens bomba matam em nome de um ideal e fundamentos alheios. Muitas vezes ouço louvores ao Senhor, e outro dia, tive a sensação de que uma senhora que deu o maior sermão em minha mãe ao ditar, isto mesmo, ditar que os dez por cento são sagrados e devem ser destinados ao Senhor.... Enfim, minha mãe em sua crença, tem sua opinião contrária pra quem sabe o que é ralar muito por um salário mínimo. E isto é muito diferente de pastorear as ovelhas no imenso rebanho. De cá, fiquei com a sensação de que dez por cento seriam suficientes para anestesiar a dor da vida e não deixar ver o mundo de gente que viola lixos em busca de comida, de gente que se usasse uma gota de um perfume barato que seja, seria uma espécie de paraíso, de gente que perambula pelas ruas e que não tem um lugar para voltar e se refugiar deste próprio mundo... A tentanção em chamar esta pessoa para conhecer o Senhor que perambula pelas ruas foi muito grande, mas eu ia comprar uma briga enorme e não estou a fim de brigar. Ir à esquerda dos ditames talvez seja fundar as bases do próprio fundamentalismo. Oxalá tenha sempre os olhos, os ouvidos, a mente aberta para ver a mim e ao outro muito além de racionalismos e radicalismos que se fundam no terreno fértil dos nossos vazios humanos. Se nada acontece por acaso, acabo de receber o recado de minha mãe, que ligou só para pedir para ouvir o programa no rádio. O salmo rezado pelo padre, fez um bem enorme, além das imagens. "Senhor ensina-nos a contar os nossos anos!" LIZA GONÇALVES - 10:06 AM Comente aqui: Sexta-feira, Janeiro 04, 2008
O relembrar da infância: a menina! Tempo para verbalizar faxinas Do coditiano extrair as toxinas, Rimas fáceis sem muita casualidade, com uma força há muito adormecida. Mesmo sendo uma espécie de clichê, nada como rebuscar no fundo d´alma o que há de mais puro em si mesmo. Ano novinho em folha e no mundo apesar dos tantos votos e dos tantos desejos de felicitações, continua este fio elétrico que conduz a uma sem razão do viver. Falta da beleza, sutileza, até da realeza. Tudo que parece mais precisarmos e neste mundo anda escasso, tem me trazido a sensação de que a utopia nunca foi tão desejada, mesmo que em várias formas, como beleza, liberdade, amor... tudo muito abstrato muito utópico, Vou faxinar as teias que atrapalham meu caminhar. Mesmo que hajam muitos tropeçares vou conclamar as prosas silenciosas e o entendimento mútuo com Clarices, Drumond´s, Guimarães, Moraes, Jobim. A lista é extensa e sei que em outros tempos eram estas figuras quixotescas da imaginação que alimentavam a fonte insaciável de muita alegria. O mundo é muito real para a loucura dos quixotes à mercê da própira crença. É uma opção entre o "Viva ou deixe-se viver!"
(nome da imagem: A morada do meu silêncio LIZA GONÇALVES - 7:09 PM Comente aqui: |