Brincar de Viver |
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Terça-feira, Junho 24, 2008
Homem de BH Sempre gostei de ver alguns dados estatísticos. Esta aí, fico imaginando se dá pra utilizar aquela margem percentual de erro tanto pra mais ou pra menos. Não quero utilizar meu humor ácido e não vou fazê-lo mesmo. Então mineirinhos, vocês agora estão que nem coelhos ou os ratos? Não estão perdendo uma? Rararararáaaaa!... O ruim de tocar no assunto, é que depois acha paciência pra deletar tanta mensagem que vai do gênero ciallis às brasileirinhas na revista de mulher pelada. E por que não falar o termo mais adequado ao gênero da revista, e escrachar? Meu humor está sendo educado pra controlar o grau de acidez. Então caro, leitor (a) se já pensou o porquê, ótimo! Se não pensou, nem eu! Outro dia, fui procurar umas imagens e pela primeira vez em tantos anos de internet, me senti de alma lavada. Vi algumas fotos de nús que, repito, foi a primeira vez que tive a sensação de que existe sim o nú artístico. Fotos lindas! Tive a sensação de que só quem fotografa o invisível pra não dizer a alma, entenda o que estou dizendo. Ah e pra felicidade geral da nação, eram homens. Homem! Por favor, não me enviem lixo e eu também não conto onde vi estas fotos. Também não vou comprar nenhuma revista do gênero! Tenho sentido a falta de ler as crônicas semanais do Artur da Távola. Ele além de outras coisas conseguia me passar sempre a imagem da elegância. Não a elegância alardeada de frescuras. Fiquei imaginando como ele escreveria uma crônica para o quadro que o programa do Didi fez para recepcionar o Dedé. Independentemente ao que ocorreu entre eles, coisa que muita gente pode falar, especular, mas só os próprios sabem o que é verdade ou não, foi uma imagem muito bonita. Imagem não é bem o termo, e sim gesto. Isto, o gesto de se alegrar quando alguém retorna nesta longa viagem chamada vida. Pode-se dizer o que for. Eles não são mais aquelas figuras, que faziam as crianças ter os Trapalhões como programa favorito, num baita domingo a noite, antes do Fantástico. Eu fui criança neste tempo e ri muito com aquele quarteto. Eles provavelmente não conseguirão nos tocar com aquele encanto de outrora. Nem tão pouco às crianças dos tempos atuais. De qualquer forma, eu que nunca assisti a um programa sequer do Didi, por coincidência estava com tv ligada no canal e a imagem da tv era horrível. Nem por isto deixei de me emocionar com a alegria do "amigo", de um companheiro que retornava. LIZA GONÇALVES - 6:41 PM Comente aqui: Quinta-feira, Junho 19, 2008
Quarta-feira, Junho 18, 2008
Música tocada pelo pensamento! Eu ein!!! Quem tem tempo pra pensar merda, será que vai dar boa música? Ontem lendo a Cora, achei muito interessante dois assuntos lá tratados. Ela aborda a dificuldade de se encontrar no mercado celulares simples. Tipo aqueles aparelhos que se dediquem à comunicação básica. Um pá de lá e um pá de cá! No entanto ela aborda o fato pela ótica de que não há uma preocupação por parte das fábricas, no mercado consumidor mais idoso. O que penso a respeito, e poderia ter dito à Cora seria algo de que, para este "nicho" de mercado chamado terceira idade, exceto algums raras exceções, como a indústria do bem estar, normalmente nossos velhos podem ser confundidos no dicionário quando trocamos a letra "N" pela letra "L" e na fonética, trocamos o som do ch pelo X. Enquanto isto, lembro me que nesta semana enquanto estava aguardando o ônibus, vi uma senhora com muita dificuldade em descer. Depois uma enorme dificuldade pra que o jovem a quem ela solicitou, a ajudasse a atravessar a rodovia. O jovem a ajudou só em parte. Depois disto cada um seguiu seu rumo. O outro assunto comentado pela Cora foi a indisposição dela em falar de política. Até aí, qualquer cidadão brasileiro normal vai concordar com ela em número, gênero e grau. Mas o que me chamou a atenção foi o comentário feito a ela das muitas imagens de gatinhos, imagens do Rio de Janeiro. Gosto e céu, cada um com o seu! Respeito à opinião alheia, é sempre bem vinda em qualquer lugar. Mas a parte que mais me sensibiliza é que ultimamente também prefiro mais imagens que palavras. Sinto que o momento é para renovação. Caso contrário é só prostração. Isto talvez seja pior que a morte nua e crua que nos imobiliza eternamente. Dentre tantas coisas qu preciso viver, sentir, e outros "ir", ou eu me reinvento, abolindo velhos jargões ou então esqueço-me!, Não é fácil, encontrar o belo, que não é aquele cantor, num mundo tão obscuro. LIZA GONÇALVES - 7:24 PM Comente aqui: Segunda-feira, Junho 16, 2008
Matéria publicada no Jornal Estado de Minas CRISE NAS FARMÁCIAS Tarja preta na mira de ladrões "Os remédios controlados, chamados de tarja preta, são os mais visados pelos ladrões de carga de medicamentos, que tem levado muitas farmácias a fecharem as portas no mercado mineiro. No ranking elaborado pelo Estado de Minas, dos 20 remédios mais roubados de janeiro a maio deste ano, cinco são antidepressivos, quatro são antibióticos, três antiinflamatórios e três calmantes ou sedativos (veja quadro). O levantamento foi feito a partir do cruzamento de dados dos 19 laboratórios que denunciaram a ocorrência de roubo de lotes de medicamentos junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A ação dos bandidos representa prejuízo anual acima de R$ 1 bilhão no país e R$ 60 milhões em Minas. O consumidor é a grande vítima do golpe, pois acaba comprando produto sem nota fiscal, desconhecendo a sua procedência e as condições de armazenagem e transporte. Os preços altos dos remédios controlados são o principal atrativo para os oportunistas, que têm a chance de ter um enorme ganho com uma única ocorrência, já que um único contêiner carrega milhares e milhares de medicamentos. Para se ter uma idéia, em uma das ocorrências feitas pelo laboratório Eurofarma na Anvisa, um único lote do antibiótico Azitromicina, roubado em maio, correspondia a nada menos que 7,2 mil caixas do remédio. Outro exemplo ocorreu em março, em uma das ocorrências do laboratório Novartis, em que consta o roubo de vários lotes do antiinflamatório Cataflam, sendo que um único deles correspondia a 4,3 mil caixas do medicamento. Alguns remédios que figuram no ranking dos mais visados constam na lista dos mais vendidos do país. É o caso do Paracetamol, mais conhecido com seu nome comercial, Tylenol, que é o quinto mais comercializado no país, segundo dados da consultoria IMS Health de janeiro de 2008, e é o 10º remédio mais roubado. Outro que aparece em ambas as listas é o Valsartana, conhecido como Diovan, que é o oitavo mais vendido no mercado brasileiro e também o 14º medicamento com maior incidência de roubo. O Viagra, quarto remédio mais vendido no país, não aparece na lista dos mais roubados, mas é o mais freqüente nas ocorrências de roubo registradas por seu fabricante, o laboratório Pfizer. O seu maior concorrente, o Cialis, que é vice-campeão de vendas no Brasil, também é um dos alvos do roubo de carga do laboratório Eli Lilly do Brasil, que o produz. Nenhum tipo de remédio ou produto vendido nas farmácias, porém, escapa à ação dos bandidos. Há casos curiosos, como o roubo do Clearblue, teste de gravidez, do laboratório Novartis, de vacina contra varicela do Glaxo Smith, de válvula de stent (usada em cirurgias cardíacas) do Boston Cientific do Brasil, e até de filtro solar da marca Photoderm Biopat, fabricado pelo Eurofarma, e xampu anticaspa Clear, do Neo-Química. [...] 17 casos em Minas este ano Os remédios estão entre as mercadorias mais visadas pelos bandidos que se aventuram ao roubo de carga. A Polícia Civil de Minas Gerais não divulgou dados específicos sobre a incidência de roubo de medicamentos em Minas Gerais, mas o órgão de defesa assegurou que esse tipo de mercadoria está entre os itens mais visados no estado. Informações da Assessoria de Consolidação de Dados do Sistema de Defesa Social (Seds) mostra que, de janeiro a maio deste ano, foram registradas duas ocorrências de roubo de carga em Minas Gerais, duas na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), excluindo a capital mineira e 13 nas cidades do interior, resultando num total de 17 ocorrências nos primeiros cinco meses do ano. [...] RASTREAMENTO O programa de rastreabilidade de medicamentos da Anvisa, espécie de DNA dos remédios, que permitirá monitorar a localização dos produtos através de um chip surge como uma promessa para inibir a ação dos criminosos. O projeto-piloto será desenvolvido em Minas, a partir de 2009. A Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica (Febrafarma) propõe requisitos para a melhoria dos sistemas de rastreabilidade de medicamentos, como a padronização do novo sistema a ser adotado no Brasil e sua harmonização com os sistemas internacionais e um sistema aberto, não exclusivo de um único fornecedor, de baixo custo, que seja compatível com os equipamentos da indústria, distribuidores e pontos-de-venda. “Mas só a implantação do sistema não é suficiente. É preciso que também haja investimentos e fiscalização intensiva das boas práticas do segmento por parte dos órgãos reguladores e fiscalizadores nos respectivos âmbitos”, ressalta Lauro Moretto, diretor da Febrafarma e vice-presidente executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma). “O sistema não terá o efeito desejado se a fiscalização pelos órgãos públicos não for permanente e diuturna nos pontos de entrada (portos, aeroportos e zonas de fronteira) e nos estabelecimentos de produtores, de distribuição e de varejo. Dessa forma, pode-se monitorar e configurar a regularidade da aplicação do sistema que será implantado”, reforça. (KM) E do lado de cá, fico me perguntando como contribuinte e consumidora: O que nos cabe fazer no meio desta bandidagem toda? Se a gente recorre ao Estado, estamos a cada dia contribuindo mais por nada e contribuindo também por algo que não faça valer nosso título de contribuinte. Se recorrermos às autoridades policiais, corremos dois riscos, um deles é cair no ridículo ou podemos até nos tornamos alvo da "lei" da alta malandragem. No caso de remédios, já que preciso sempre comprar alguns de uso contínuo, eu sempre exijo o cupom fiscal. Mas isto basta? LIZA GONÇALVES - 12:06 PM Comente aqui: Terça-feira, Junho 10, 2008
Segunda-feira, Junho 09, 2008
Da última vez que vi Artur da Távola, o ouvi dizer que música é vida interior. Lembro-me que quando adolescente, uma colega declarava sua incrível admiração pelo Legião Urbana. Hoje em dia, penso o quão gostoso foi fazer parte daquela época. Ser uma espécie de geração coca-cola. As vezes fico imaginando como ficaremos órfãos quando não mais tivermos gênios como Caetano, Chico entre outros. Outro dia, ouvi o comentário que um destes gênios fez. Um deles concorda com o outro sobre o fato de não haver mais músicas a serem criadas, ou se a fala não foi esta, foi algo do gênero. Não quero desmerecer de forma alguma talentos e há muita arte pura e simples por este mundo afora. O que está difícil é percebê-la quando aflora. A música de hoje tem um toque delicioso, além da interpretração fantástica da pimentinha Elis. Sr. Adoniran ... ahhh falar muito é pouco e muita perda de tempo... Adoniran Barbosa & Elis Regina - Tiro Ao Alvaro LIZA GONÇALVES - 12:16 PM Comente aqui: Domingo, Junho 08, 2008
Segunda-feira, Junho 02, 2008
O jornal Estado de Minas tem destacado nestas últimas semanas, matérias que dizem respeito ao trânsito nas ruas de BH. Uma viagem que transita da violência à falta de fiscalização e penalidades. Ainda não li a matéria por total falta de tempo, mas havia um número na matéria que chamou a atenção. Na capital mineira o trânsito fere mais de 10 pessoas a cada dia. Neste último final de semana, vi que a matéria trata da falta de fiscalização e que as infrações estão muito aquém do necessário. O assunto é interessante, quando não somos as vítimas tanto da violência física quanto da violência do arbítrio daqueles que tem o poder de penalizar. Dias atrás, enquanto aguardava na porta de um movimento shopping, fiquei a observar quanta imprudência, intolerância e por que não dizer irracionalidade o trânsito gera nas pessoas. Falar da velocidade com que o mundo vai "acelerando-se", me parece meio retrógado, pois como diz o velho jargão, pra frente é que se anda. A sensação que fica é que as pessoas estão se utilizando da total falta de educação, da falta de bom senso quando o assunto é enfrentar o trânsito nos grandes centros. Gente que utiliza a faixa destinada a taxis, a motociclistas. Gestos que parecem ser um nada, conseguem gerar tensão entre motoristas, fila dupla, buzinaço, etc. Consegue-se transformar simples cidadãos em animais em puro instinto, simples assim e ponto. Responsabilizar a quem por tamanho caos? Antes de ousar materializar este quem, o que preocupa é que quando lembram que é preciso atacar as causas e não as consequências, já foram percorridos milhares de quiilômetros, pois o mundo não pára. O lastimável é que estas mesmas pessoas que deveriam estar fazendo algo em prol do coletivo, se perdem em palestras que normalmente não sanciona os atos do poder que executa. Executados seremos nós meros cidadãos crentes que tudo gira pela roda viva da prosperidade. Penso nisto quando de volta pra casa, sei que daqui alguns dias, muitos teremos de pagar o pedágio na rodovia que se transforma pelos atos do poder que executa. Outro dia, ouvi um comentário sobre a questão da produção de alimentos mundial. Dizia a interlocutora para não sermos tão bobinhos e acharmos que o problema das energias alternativas vai gerar a monstruosa fome. O que me deixou pensativa na hora não foi o fato de já sermos tão bobinhos, mas que se já há muitos morrendo de fome. Afinal, a guerra é mais produtiva e rentável que "encher pança" de gente que nem entra em estatísticas, mas só em fotos sensacionalísticas. Que horror maior não se reserva para estes seres num médio a longo prazo? Outra coisa, a maioria desta gente, se tem pança, está infestada de parasitas, doenças e outros males. Quando me releio nestes devaneios, me pergunto porque então não fui para a força destas entidades que lutam pelo bem da humanidade!? Porque não serei a inquisidora a consertar o mundo. Ave, o mundo respira aliviado! Outro dia a médica achou meus comentários bem pessimistas. Não sei se confundo realidade com pessimismo, mas tenho a certeza de que é péssima esta realidade. Na conversa que tivemos ela fez uma observação que registro. Nada científico, mas nós mulheres, devemos estarmos sempre atentas, alguns estudos estão sinalizando que há muito câncer de mama relacionado à falta de perdão. De qualquer forma, já agendei o exame, só para garantir, né nao?! Não quero ser sarcástica, mas Ò MUNDO: Perdoa-nos pelo perdão que nos é caro quando nos dilaceram as esperanças, quando nos cortam com realidades nuas e cruas, quando sangram, esvaindo-se todo o sangue da vida cheia de vida. De resto, é mentalizar que há mais de dois mil anos atrás,um homem simples, acreditou e nem por isto morreu. De resto termino, tentando ver se não enferrugei a boa vontade em redigir, exercitar as regras básicas necessárias a um texto, em tentar encontrar um pouco de humor nas sombras deste mundo cruel. Agora sim, encerro porque além de tamanha profundidade, fui cruel com a paciência do leitor. LIZA GONÇALVES - 9:02 PM Comente aqui:
As tiriricas Luciano Pires www.lucianopires.com.br Cerca de vinte anos atrás tive o privilégio de conviver com Orlando Villas Boas enquanto trabalhei num livro sobre ele e seu irmão Cláudio. Passei muitas horas em sua casa, abrindo caixas e envelopes, revendo fotos e documentos e ouvindo histórias e mais histórias de um dos brasileiros mais importantes de todos os tempos. Orlando era uma figura fascinante. Seu delicioso senso de humor e memória prodigiosa hipnotizavam a todos com as histórias dos anos em que permaneceu nas selvas brasileiras como indigenista. Os irmãos Villas Boas tornaram-se respeitados no mundo todo e deixaram um legado precioso para o Brasil. Quando Orlando faleceu os índios perderam um pai. E ganharam dezenas de padrastos. Escrevo estas linhas no calor das discussões sobre a demarcação das terras indígenas na fronteira entre o Brasil e a Venezuela. E em meio ao bate-boca, me lembrei especialmente de uma das conversas com Orlando, quando lhe perguntei do interesse que estrangeiros teriam sobre as regiões demarcadas para os índios. O velho sertanista contou que havia muitos anos o fluxo de estrangeiros na região era intenso. Que dezenas de “pastores”, com a desculpa de realizar trabalhos humanitários, estavam mapeando nossas riquezas. Em determinado momento ele disse mais ou menos assim: “Luciano, sabe o que vai acontecer? Esses ‘pastores’ vão levar jovens índios para o exterior. Vão educá-los e formá-los para que sejam os novos líderes em suas tribos. E quando retornarem ao Brasil esses líderes começarão a requisitar novas terras e a se organizar. Conseguirão demarcar reservas gigantescas e logo formarão uma ‘nação’ que pedirá sua independência. E a ONU reconhecerá essa independência. E então eles terão toda facilidade para negociar as riquezas com os ‘pastores’ que os educaram.” Ouvi isso mais de vinte anos atrás, mas fiquei tranqüilo. Afinal, quem me contava era Orlando Villas Boas. Alguém haveria de ouvi-lo. Ele tinha trânsito no governo, respeitabilidade e credibilidade. Jamais passou por minha cabeça que Orlando, como tantos outros, era considerado por quem detinha poder como “apenas um técnico”. Não tinha mais força política para se fazer ouvir e provocar mudanças reais. Não estava incluído nos círculos “estratégicos”do poder. Quem o ouvia, quem o respeitava, quem o admirava não tinha poder. Orlando era apenas um conselheiro... Mais de duas décadas depois suas previsões chegam perigosamente próximas da realidade. Um grupo de pessoas contaminado por uma perigosíssima mistura de ideologia com comércio – não se sabe bem qual a serviço de qual - está mudando o Brasil. Nas mãos desse grupo temas como ecologia, pesquisas com células-tronco, controle populacional, erradicação da miséria, educação, energia alternativa, liberdade religiosa, integração racial e tantos outros assuntos importantes são ferramentas para conquista ou manutenção do poder. Esse grupo tem voz ativa. Pauta a mídia. Manipula a opinião pública. E quando isso acontece, dá no que dá: os técnicos, como Orlando Villas Boas, só são ouvidos se servirem aos objetivos do tal grupo. Então são exibidos como ícones, como os sábios que tranqüilizam e mostram o acerto das políticas e estratégias adotadas. Mas se não servirem, são tratados com falsa reverência, homenageados, aparentemente respeitados e isolados. A sabedoria de suas palavras vai-se com Pôlo, o deus indígena do vento. E ficam as Tiriricas, as deusas indígenas da raiva, do ódio e da vingança. E aí é isso que você está assistindo. LIZA GONÇALVES - 6:35 AM Comente aqui: |